A coordenadora do SPPD do Patriarcado de Lisboa foi entrevistada pela Renascença e pela Agência Ecclesia. Deixamos um excerto e convidamos a ler a entrevista

“foi feito um grande caminho de tomada de consciência, na sociedade. Hoje em dia, temos algum pudor em recusar a deficiência, temos a consciência de que não se afastam as pessoas, elas não devem estar num sítio à parte, temos ótimas leis de acessibilidade. Temos um pensamento bastante evoluído, em relação ao tema da inclusão. Falta a prática.”

Convidamos a ler a entrevista aqui.